domingo, 9 de março de 2014

Suspiro de um louco sobre os gênios

Os gênios que criaram a psicanálise, revolucionaram a ciência e evoluíram na filosofia foram considerados como loucos ou narcisistas. Acusados que estavam no templo do abstrato porque foram raros esses seres humanos que apareciam e não eram compreendidos. Para eles, os talentosos, escondidos nas alcovas inspiradoras apenas queriam meter o serviço deles em pró da sociedade.
Einstein crucificava-se a si mesmo: A sua mente fervilhava permanentemente. Em adulto na Universidade investigou física e criou a teoria da relatividade, para apresentar às plateias. O público das suas apresentações não entenderam e os professores consideravam alucinado diziam que tinha de submeter-se ao público das apresentações. As gargalhadas eram presentes em cada sessão pública. Einstein pensava para ele próprio: Me compreenderão, excepto se não assimilarem a minha descoberta.Nietzsche pesquisou filosofia e criou a teoria do eterno retorno, contudo a apreciação geral foi condenada. Quando aparecia nos seminários sobre o tema, as pessoas comportavam-se da mesma forma. Por vezes quando frequentava o café, os conhecidos daquele espaço começavam às risadas prolongadas. Nietzsche refletiu: Se algum dia pensarem sobre o assunto, me darão razão.Freud estudou a psicologia humana, abrindo o campo para a psicanálise e criou a teoria da dissociação sexual. Foi humilhado, condenado e julgado pelos médicos. A medicina sempre considerou que a psicologia não era uma ciência. A discussão percorreu várias décadas, enquanto isso Freud passava o seu tempo analisar os pacientes.Por esses motivos, os gênios raramente mostravam o seu sorriso...o sorriso que é a lei principal das relações humanas, portanto, os humanos estão sempre a rir, tanto do absurdo como do cômico. Oh, que lamentável, mas é a natureza humana! Algumas palavras de consolação e apoio saíram de uma terra longínqua, porém não chegavam aos ouvidos dos três gênios.A relevante inteligência mesmo assim acompanhou a alma deles...até ao fim dos seus dias. Nunca deixaram de procurar o conhecimento para oferecer à humanidade? E a humanidade o que fez? Estavam ocupados, demasiado empregados. Passado meses, anos e séculos o julgamento foi sempre o mesmo. Pronto, é esta apreciação geral.De um dia para outro, certos investigadores, pesquisadores, cientistas, psicólogos, filósofos descobriram que essas teorias dos índoles tinham revolucionado o mundo, e não só.Esse núcleo de investigação como tinha capacidades de marketing, e poder de divulgação, criaram slogans para chegar aos milhões: Freud, Einstein e Nietzsche foram divinos! Em conferências públicas aclamaram: "Foram o progresso e evolução dos campos da filosofia, ciência e psicologia. Foram ambos dotados dos tempos, e espaços. Hoje em dia descobrimos a importância que abriram ao conhecimento destes campos. Não podemos negar o que contribuíram para evolução da ciência. Estamos gratos por essa sabedoria é magnífico!" O discurso brilhava ao novo mundo de seres humanos rapidamente tornou-se um sucesso popular e financeiro.As três teorias produziram lucros espantosos. Em homenagem criaram três estátuas, em Califórnia. Construíram as três estátuas de forma triangular como tivesse a discutir as três teorias: corpo erecto cumprido, magros, altos, e com um sorriso largo nos lábios; O mesmo reconhecimento que nunca tiveram em vida...

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O que é o inferno?

Mesmo diante de um calor tremendo a ideia de um inferno de fogo não era capaz de convencer uma mente inquieta e naquele momento incomodada.
Nem mesmo qualquer noção bíblica, mitológica ou fictícia faria sentido para alguém tão racional, no entanto a palavra inferno não podia simplesmente ser descartada daquele momento...
Momento, talvez esta fosse à chave. Aquele era o momento em q o inferno se tornava palpável. Uma noite quente de verão, um país de terceiro mundo, uma luta constante por se destacar, a convivência complicada com outros seres humanos que na maior parte do tempo, ou naquele momento, faziam muito bem seu papel de agentes do inferno.
Não que aquele fosse um estado de espirito infernal, mas que em suma realmente o inferno estava presente.
Parando pra pensar o que mais faz sentido quando se pensa em inferno é um momento repetido por toda a eternidade, mas isso não era convincente o bastante, o inferno deveria ser mais criativo, mais provocador.
Esperança! Era essa a chave do inferno, tanto de entrada quanto saída, pois como acreditar no inferno se não acreditar que pode se livrar dele. Estar conformado anula toda a dinâmica infernal.
Era isso, naquela noite aquela mente estava inconformada e por isso o inferno se mostrou com toda força.
Mas não era o momento se repetindo que causava o inconformismo, era a mentira ser exigida como forma de verdade, como se isso fosse possível. Não que aquele fosse um homem santo em conflito com as dores do mundo, ele nem mesmo acreditava em santos, deuses, anjos, demônios ou no inferno. Mas ele acreditava na verdade, não era uma verdade própria, ou inefável, era simplesmente cumprir com seu dever, não estar em segundo algum amarrado aos joguetes alheios.
E ainda assim o inferno chegou. E quando chegou, chegou culpando a quem não mentiu, e era isso, não era o momento, era a culpa, e nem era sua culpa, mas sim um reflexo do fracasso dos outros. Como alguém pode carregar os erros dos outros? Não, não falem de Cristo ou qualquer outra divindade ou semi divindade que supostamente tenha se sacrificado, isso nem mesmo corresponde a raiz da palavra.
O inferno são os outros? Quase isso. O inferno é culpa dos outros. Caramba, imagina aqueles condenados injustamente...


Christian Duchovny – Americana –SP 05/02/2014

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Escreva uma história

“Escreva uma história”. A  voz disse e mesmo distante ainda ecoava em sua lembrança cada vez que ele sentava- se diante do computador. Era sua sentença, seu legado, mas estava naquela página em branco, sussurrando, implorando para ser lapidado pelas palavras que dançavam em sua mente.
Mas com começar? Qual foi o momento que mudou tudo e se fez necessário se contar, o segundo que se fez merecedor de ser marcado naquela pagina?
Em uma época em que qualquer um se dizia escritor, ele não queria ser só mais um, ele era amante do velho romance, da classe dos poemas, da curiosidade dos pequenos e grandes contos. Sua mente era um salão de ideias românticas, de suspenses e fantasias nascidas no velho mundo.
Como começar uma história que não o envergonhasse diante dos mestres, amigos, mentores e companheiros de aventuras que o permitiram entrar e mergulhar em obras tão inspiradoras, logo ele que se banhou nas margens de livros que o fizeram diversas vezes desejar não retornar ao mundo real e em tantas outras o fez duvidar se o mundo era real...
“Escreva uma história”, a voz insistia. Mas como? Como ser digno de libertar a torrente de ideias, criar um mundo, quando todos os mundos que ele amava já haviam sido criados... Mundos que ensinaram tanto a ele. Mundos que mostram o valor da amizade na Terra Média, ensinaram magia em Hogwarts, mostraram que era preciso se preparar quando o inverno está chegando, mundos onde com um punhado de areia era possível sonhar, com coragem era possível dar a volta ao mundo e não demoraria mais q 80 dias. Mundos onde o medo assombrava velhos hotéis e uma pintura de Da Vinci era a chave do mistério, um mundo onde você para pra escutar quando a morte conta uma história...
Eles foram seus guias, disseram “faça boa arte” e agora a voz o provocava mais do que nunca, parecia sentir que a barragem não mais o seguraria. Uma história precisava ser contada, em algum lugar alguém aguardava esse mundo.

Disseram pra ele seguir o coelho branco e agora lá estava ele diante da página em branco e a voz do coelho disse “Escreva uma história...” e quando ele tocou a primeira tecla a página se transformou. Ele se sentia caindo pela toca do coelho a cada letra e quando ele se entregou, a história começou...

Christian Duchovny - Americana-SP 21/01/2014

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Um Pistoleiro Solitário:


Uma noite ele percebeu que estava sozinho, realmente só. Não do tipo que de alguma forma foi deixado para trás.
Ele estaria só mesmo que estivesse acompanhado. Havia em um insight que aquele era o momento, o teste do herói, mesmo que aquilo o tornasse um vilão.
Mas de toda forma não importava, ele sempre foi um outsider, não se preocupava em agradar, em se encaixar e era exatamente isso que fazia toda a diferença em estar só. Ele estava preparado.
Nunca houve um deus olhando por ele lá em cima. Os demônios sempre caminharam na Terra, cruzaram inúmeras vezes seu caminho, alguns o chamaram de amigo e todos eles se encaixavam, eram parte da multidão, parte da paisagem.
Mas ele não. Naquela noite ele concluiu que inexoravelmente estava sozinho.
Em dias incertos, dias de mudanças, de angustia, estar sozinho fazia toda diferença. Ele sabia que era o momento em que suas habilidades seriam postas a prova, o único que poderia vencê-lo era o medo de se arriscar. Mas seu grande risco foi algum dia querer se sentir seguro, esse era o peso, esse era o abismo.
Ele estava só e mesmo sendo filho dos ventos, precisava novamente aprender a desafiar os céus, fazer de seus pensamentos e sonhos a matéria-prima de suas verdades.
E naquela noite em que ele se percebeu realmente sozinho, ele sabia que iria rolar na cama, como se a madrugada fosse uma perpetua carrasca, pois seus sonhos não habitavam mais em seu leito, mas no raiar do dia seguinte. Sonho na forma de um novo e solitário salto, desafiando os céus, desafiando o abismo...

Nem herói, nem vilão, apenas aquele que em uma noite sozinho se consumiu nas chamas de suas ideias... um pistoleiro solitário.

Christian Duchovny, Americana-SP 20/01/2014

domingo, 6 de janeiro de 2013

"Loucos" históricos:

Rei Carlos VI da França

 O Rei Carlos VI era conhecido como Carlos, o Louco. Depois de uns doze anos de reinado, os primeiros sinais de sua insanidade começaram a aparecer. Houve episódios onde ele não lembrava o próprio nome, nem da esposa, dos filhos ou sequer de que era rei da França. Durante cinco meses, se recusou a tomar banho ou trocar de roupa. Além disso, teve um tempo em que acreditava ser feito de vidro, então proibia que qualquer pessoa tocasse sua figura real e fazia uso de roupas reforçadas, para evitar que se quebrasse por acidente. Ele reinou de 1380 a 1422. Imagino que deve ter sido um período tumultuado para os franceses.

 Abraham Lincoln

 Conhecido por ser um dos dezesseis primeiros presidentes americanos mais fodões de todos os tempos. Apesar de suas grandes conquistas, como colocar um fim na Guerra da Secessão, introduzir medidas que colocaram um fim à escravidão nos EUA, e inclusive, ter matado alguns vampiros, tinha o que ele próprio chamava de “tendência à melancolia”. É normal ficar triste de vez em quando, acontece com todo mundo. No entanto, o que Lincoln vivia eram períodos de profunda e debilitante depressão. Alguns biógrafos especulam que não era raro ele contemplar a possibilidade de suicídio. De acordo com um perfil feito pela Ability Magazine, ele chorava desesperadamente e utilizava-se de um senso de humor exagerado, além de uma espécie de fanatismo religioso e dedicação extrema ao trabalho para balancear sua melancolia.

 Vincent Van Gogh

 Certo, Van Gogh é aquele pintor que cortou a própria orelha e mais tarde cometeu suicídio. Você provavelmente já ouviu falar dele. Ele costumava ter ataques epiléticos causados por uma lesão cerebral oriunda do consumo excessivo de absinto. Sim, ele era alcoólatra. Seu famoso entusiasmo por arte e religião, combinado por seu ritmo acelerado de pintura, seguidos por períodos de profunda depressão reforçam a teoria de que ele talvez sofresse de distúrbio bipolar. Ele também era um excelente escritor e deixou centenas de cartas. Alguns acreditam que ele sofria de hipergrafia, uma espécie de mania associada à epilepsia que é, basicamente, uma vontade incontrolável de escrever.

 Edgar Allan Poe

 Conhecido por seus contos de horror, foi um dos primeiros a tentar construir uma carreira apenas com seu ofício de escritor. Edgar Allan Poe era extremamente interessado em psicologia e usava o que aprendia sobre o assunto como substrato para suas obras. Acontece que ele tinha um inimigo chamado Rufus Griswold, de quem o Poe gostava de falar mal, seja por escrito ou verbalmente. Então, após a morte de Poe, Griswold decidiu escrever um obituário venenoso sobre seu rival, contando a respeito de como as pessoas simplesmente deixavam passar batida a sua proeminente loucura. Depois disso, as pessoas passaram a conjecturar que Edgar Allan Poe tinha distúrbio bipolar. O próprio Poe já havia escrito uma carta contando que já experimentava pensamentos suicidas. Um fato curioso é que toda uma saga sobre uma suposta viagem de balão já havia sido publicada como notícia e, no final, descobriu-se que era uma farsa.

 Howard Hughes

Howard Hughes foi aviador, engenheiro aeroespacial, produtor de filmes, diretor de cinema e bilionário nas horas vagas. Metódico, organizado, disciplinado, tinha aversão a germes. Ou melhor: ele tinha uma fobia diagnosticada a germes. Um artigo publicado pela American Psychological Association sugere que sua fobia era tão severa que contribuiu para o vício em Codeína e Valium, além de levá-lo a ter uma vida de reclusão. Sua vida foi marcada por períodos de estresse e isolamento. Quando adolescente, chegou a ficar paralizado por meses, por nenhuma razão aparente. Mais tarde, começou a apresentar comportamentos obsessivo-compulsivos, em função da sua fobia. Todos os que se aproximavam dele tinham de usar luvas, sua comida era, obrigatoriamente servida protegida por lenços de papel, só conseguia dormir pelado, com os pés protegidos por caixas de tecido, em zonas livres de germes devidamente inspecionadas por ele próprio. 

Ludwig Van Beethoven

 Gênio da música. Acredita-se que tenha sofrido de transtorno bipolar. Dizem que apanhava de seu pai de maneira tão violenta que, talvez, isto tenha contribuído para sua perda auditiva. Era um cara intenso, cheio de vitalidade, carregado de ideias brilhantes, mas que subitamente entrava em ciclos de reclusão, depressão profunda, humor negro e crueldade. Também foi viciado em álcool e e ópio, numa espécie de tentativa de controlar seus próprios ânimos.

 Sir Isaac Newton

Físico, matemático, astrônomo, alquimista, filósofo e teólogo. Ele criou uma boa parte do conteúdo de física do ensino médio, então você provavelmente já o conhece e odeia. Nos seus estudos teológicos, Isaac Newton criou várias teorias para como o mundo poderia acabar, tentando extrair conhecimentos científicos da Bíblia. Segundo ele, estamos seguros até 2060. Há relatos de que as pessoas da época também o odiavam bastante. Ele era conhecidamente psicótico, difícil de se conviver e dado a mudanças dramáticas e radicais de humor, sem motivos lá muito aparentes. Alguns autores dizem que ele talvez fosse bipolar. Talvez fosse esquizofrênico. Ou talvez, fosse só virgem mesmo.

Reino Unido pronto para uma invasão alienigena:

Nick Pope, um homem que trabalhou por 21 anos como assessor especial no Ministério da Defesa do Reino Unido, afirmou que as Forças Armadas tem estudado e construído secretamente armamentos sofisticados para proteger o país dos extraterrestres. Entre as armas, segundo Pope, há um esquadrão de aviões-robôs e protótipos de aeronaves – que são capazes de fazer manobras ultrarrápidas para caçar as naves alienígenas. Uma dessas máquinas é o Taranis, um avião-robô feito pela BAE Systems. A Inglaterra também teria armas novas e bem diferentes das usadas em guerras atuais, além de um plano para atrair aliados para o confronto contra os ETs. Além disso, o governo tem considerado que 5% de incidentes inexplicáveis trazem risco para a soberania do país. Durante três anos, Pope foi designado para estudar os relatos de aparições de ETs e naves não identificadas voando pelo espaço aéreo inglês.

Pesquisadores de OVNIs e vida extraterrestre morrem em circunstâncias misteriosas:


Muitos pesquisadores de OVNIs, principalmente da década de 1970 e 1980, morreram em circunstâncias misteriosas ou que podem ter sido mortos. Esta é a conclusão a que chegou um astrônomo amador, um ex-assessor de governo dos EUA. Ele fez esta declaração durante uma conferência internacional em Amsterdã dedicado a procurar por inteligência extraterrestre.
Esta afirmação é verdadeira tanto para os caçadores de objetos voadores não identificados quanto para os pesquisadores que tentam encontrar vida extraterrestre, incluindo profissionais da astrofísica. O estudo aborda mais de 30 anos sobre o assunto.
Famoso astrônomo americano Morris K. Jessup, cujo seus livros abordam a vida inteligente fora da Terra e tornaram-se best-sellers, cometeu suicídio. Ele terminou sua vida, abrindo um buraco no escapamento de seu carro, fechando a porta e ligando a ignição. Professor James Edward McDonald, que por muitos anos serviu como diretor do Instituto de Física Atmosférica da Terra e estudou objetos aeroespaciais não identificados, colocou uma bala em sua cabeça.
Edward Ruppelt, que liderou um projeto para o estudo de objetos não identificados nos céus sobre os Estados Unidos, morreu de uma crise cardiovascular aos 37. Em 5 de novembro de 2001, William Milton Cooper, um ufólogo famoso que acusou repetidamente o governo dos EUA de esconder a verdade sobre os OVNIs, foi morto pela polícia em sua casa. Cooper, que claramente sofreu de ilusão, viveu em Yeager (Arizona). Ele comprou armas em massa para criar unidades para combater um governo secreto liderado por extraterrestres.
Antes do incidente, a polícia foi informada de que Cooper havia ameaçado moradores inofensivos, acreditando que, aparentemente, que eles estavam perseguindo-o sobre as instruções das autoridades. A polícia cercou a fazenda onde ele morava. Ele disse que qualquer um que se atrevesse a cruzar sua propriedade privada seriam mortos, mas a polícia ignorou. Como resultado, um policial foi gravemente ferido, e outro teve que atirar o pesquisador, como a auto-defesa.
Há também a famosa "lista de Sheldon." O famoso escritor americano Sidney Sheldon, trabalhando em seu romance "O Fim do Mundo", chamou a atenção para uma série de mortes misteriosas entre os especialistas britânicos desenvolvimento de armas espaciais.
Em outubro de 1986, o professor Arshad Sharif se matou amarrando uma extremidade da corda a uma árvore, fazendo um laço na outra extremidade, colocando a cabeça por ela e dirigindo o carro. Poucos dias depois, outro professor de Londres, Vimal Dazibay, pulou de cabeça da ponte de Bristol. Ambos trabalharam no desenvolvimento de armas eletrônicas para o programa do governo Inglês, semelhante aos americanos "Star Wars". 
Em janeiro de 1987, outro cientista, Avtar Singh-Guia, desapareceu. Mais tarde ele foi declarado morto. Em fevereiro de 1987, Peter Pippel foi atropelado por seu carro em sua garagem. Em março de 1987, David Sands cometeu suicídio por bater seu carro em um prédio. Em abril de 1987, quatro desenvolvedores de programas espaciais morreram. Mark Wiesner se enforcou, Stuart Gooding foi vítima de homicídio, David Greenhalgh caiu da ponte, e Shani Warren afogado. Em maio daquele ano, Michael Baker foi morto em um acidente de carro.
Em um tempo relativamente curto, 25 pessoas que trabalhavam em um projeto de campo espaço morreram por várias razões. Sidney Sheldon, que descobriu este fenômeno trágico, acreditava que tinha a ver com alienígenas.
De acordo com Timothy Hood, essas mortes não foram acidentais, mas sim, eram o trabalho de serviços especiais que eliminaram os especialistas porque sabia demais.
Nas décadas de 1970 e 1980 nos Estados Unidos, houve programas secretos de investigação de OVNIs, como o "Livro Azul", "Aquarius", "Área 51", "Majestic 12", e GEIPAN. Embora os dados oficiais mostram que a maioria desses projetos agora estão inativos, muitos teóricos da conspiração duvidam.
De vez em quando materiais "sensacionais" surgem nos meios de comunicação cujo objetivo é convencer o público de que o governo dos EUA está escondendo a verdade sobre o contato humano com extraterrestres.
Talvez isso não tenha qualquer ligação com os extraterrestres mas segredos militares ou fatos falsos. Em qualquer caso, a trama continua. O tema de contato com outras civilizações continua a emocionar e que o perigo percebido torna ainda mais emocionante.